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Saídos da Rádio | Entrevista a WAZE

Com apenas 17 anos, podemos dizer que tens uma carreira relativamente curta, mas já de muito sucesso. Quando é que surgiu esta vontade de cantar e de te lançares mundo da música? 
A vontade de cantar surgiu por volta dos meus 13 anos quando comecei a escrever as minhas letras e a ouvir outros artistas, mas decidi começar a levar as coisas mais a sério por volta dos 15 quando comecei a gravar alguns sons em estúdio.

“Cuida de Mim” , “Ninguém como Tu” e “Primeiro Dia” foram alguns dos primeiros temas que lançaste, que rapidamente conquistaram o público. Como lidas com este reconhecimento do público? 
Para mim é incrível sentir o carinho do público e sentir que as pessoas se identificam com as minhas músicas e me apoiam cada vez mais.
 
 
As tuas músicas refletem as tua vivências e que isso faz com que cries temas com e s crita e harmonias completamente diferentes. Porque é que achas que isto acontece? 
Eu acho que o facto de as minhas músicas serem resultado de experiências pessoais faz com que elas se diferenciem e ajudam-me a criar sempre temas "únicos" é muito próprios.

O rap e o R’n’b são alguns dos géneros que se fundem ao pop nas tuas músicas. Que artistas portugueses e /ou internacionais serviram como inspiração para as tuas criações? 
No panorama internacional acho que The Weekend é um dos artistas que mais me inspira devido á facilidade que ele tem de fazer a junção do Rap com o RnB. A nível nacional os artistas que mais aprecio são o grupo Wet Bed Gang.

Com o teu primeiro EP, Ilusão, acabas por concretizar um sonho e lanças a tua primeira coletânea de originais. Como tem sido a aceitação do públic o a esta “nova fase” da tua carreira?
Tem sido muito bom, o feedback tem sido incrível, o EP já está quase com 2 milhões de views e só posso agradecer a todos os intervenientes que tornaram este projeto possível.

“Crazy” foi o teu single de estreia. Porquê esta escolha? 
Porque essa música tem um significado especial para mim, visto que retrata a história que estava a viver quando lancei o EP "Ilusão" e editei o tema.


A aposta na tua carreira dá-se sobretudo através do meio digital. Pa ra além do EP estar disponível para download e streaming nas lojas digitais, o Youtube, Facebook e outras redes sociais são uma constante na tua forma de comunicar. Achas que o paradigma musical está a mudar? 
Sim acho. Hoje em dia a internet é o que os artistas utilizam para comercializar a música e fazê-la chegar ás pessoas, devido á facilidade que os meios como YouTube e Facebook têm de levar as musicas até aos ouvintes.

Contas ainda com temas cantados em parceria com outros jovens cantores, como o Nuno Ribeiro ou o Pedro Gonçalves. Como surgiram estas oportunidades e como correu a experiência? 
Foram experiências muito boas que me fizeram crescer enquanto artista e como pessoa, ambos são incríveis e tudo surgiu do facto de ambos apreciarmos o trabalho uns dos outros.
 
Se te perguntássemos qual é o papel do WA ZE no mundo da música, o que nos dirias?
O papel do WAZE no mundo da música é tentar fazer a diferença na vida das pessoas e tentar criar uma "figura" que espalha uma mensagem através da qual as pessoas se podem identificar.

Para terminar, a pergunta que não podia faltar: porquê o nome artístico WAZE?
Essa pergunta é uma enigma (risos). Só as pessoas mais próximas de mim sabem o significado do meu nome e para já quero manter assim.

Saídos da Rádio - T3 | Edição 7
Fevereiro de 2017
Entrevista: André Pereira
Agradecimentos: Farol Música

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