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"Mov'ilha" aposta na exibição de curtas-metragens na freguesia de Ilha, Pombal

Foto de Mov'ilha.

A freguesia de Ilha, em Pombal, recebe este mês a primeira edição do Mov'ilha, um movimento de exposição de curtas-metragens nacionais e internacionais. A primeira amostra de filmes acontece a 11 de novembro, às 21h30, na Sede da Filarmónica Ilhense.

A primeira edição do Mov'ilha terá como convidado central o realizador Bruno Carnide, que vai apresentar a sua curta-metragem Manuel. O jovem leiriense apresenta ainda o  Leiria Film Fest, um festival de curta-metragens que se realiza anualmente em Leiria e que é organizado por Bruno Carnide, juntamente com Cátia Biscaia, 

Durante esta primeira sessão, os espetadores poderão ainda ver as curtas-metragens vencedoras do Leiria Film Fest de 2017 - Catherine, de Britt Raes; Bus Story, de Jorge Yúdice e Postcards de Pablo Santidrián e Inês Pintor.

O Mov'ilha é organizado pela ARCUPS, uma associação sem fins lucrativos formada por um conjunto de jovens com vontade pôr Ilha em movimento.  Com a criação do Mov'ilha, a organização pretende fazer com que a cultura "na área do cinema ou na área da arte visual seja de mais fácil acesso na zona e chegue a todas as pessoas". 

"Sentimos que faltava um pouco disto por cá. Visto a população, principalmente jovem, adorar cinema, porque não trazê-lo até à Ilha? Achamos até que vai dinamizar bastante a terra e, com certeza, melhorará muito a qualidade de vida na nossa aldeia – haverá mais escolha para uma normal saída à noite, juntando o lazer com a cultura e conhecimento", explicou Tiago Iúri, da ARCUPS, ao Fantastic.

Para a organização, o objetivo é criar um espaço de exibição e debate sobre os filmes escolhidos. "O Mov’Ilha pretende juntar os grandes amantes dos vários estilos de cinema numa sala só e originar conversas e debates acerca de cada projeto que passará na nossa sala".

"A ideia é haver variação de géneros ao longo das edições, para que, com isso, cresçamos juntos culturalmente e refresquemos as nossas ideias, a nossa maneira de pensar. A Ilha estava a precisar de algo assim, algo em que, de acordo com os objetivos da ARCUPS, mantenha as pessoas na Ilha e a traga pessoas à Ilha", concluiu o membro da organização.


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