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4ª temporada de "Príncipes do Nada" arranca em Moçambique

 
A RTP1 estreia a 5 de janeiro, quinta-feira, a nova temporada de Príncipes do Nada. O primeiro programa vai para o ar às 21h00 e passa-se em Moçambique, onde "ser albino é viver com medo".

Depois do The Voice Portugal, Catarina Furtado regressa agora a este projeto humanitário, um programa de televisão criado há 10 anos pela vontade partilhada entre Catarina Furtado, Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) e a RTP.

A nova temporada é produzida pela Até ao Fim do Mundo, co-autora do formato e contará com 10 episódios. Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor-Leste são alguns dos países que serão visitados pela equipa do Príncipe do Nada.

Descubra a sinopse do primeiro programa e saiba o que poderá ver na emissão de estreia:

Os mitos associados à falta de pigmentação na pele têm ditado o aumento dos casos de perseguições e assassinatos de pessoas com albinismo. O corpo inteiro de uma pessoa albina pode valer 75 mil dólares. No Norte do país, a situação é ainda mais alarmante. Em Nampula conhecemos Pedro, um dos fundadores da associação Amor à Vida, criada em 2014 depois do desaparecimento do jovem César, irmão de Pedro, ambos albinos. Em Xai-Xai acompanhamos o admirável trabalho desta associação junto de famílias que vivem em comunidades mais isoladas e pobres, onde o nascimento de um filho albino pode levar a situação de abandono e a um maior risco de rapto ou perseguição. Ainda na Província de Gaza comprovamos a importância da mensagem que os representantes da Amor à Vida transmitem através de palestras de sensibilização em escolas para desmistificar o albinismo e acabar com o preconceito. Numa breve passagem pelo Hospital Central de Maputo assistimos à intervenção cirúrgica a uma jovem de 21 anos que, à semelhança do que acontece à maioria dos albinos, sofre de cancro da pele. Os cremes protetores são indispensáveis, mas demasiado caros neste país. A Associação Amor à Vida tem hoje mais de 700 associados e luta diariamente, com muitas dificuldades, pela proteção dos albinos e pela defesa dos seus direitos.


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